Islândia estava na lista de lugares fazia um tempo, desde que amigos contaram como é interessante e bonito o país gelado.
Então, resolvemos viajar para Islândia na época propícia a ver a Aurora Boreal. Ou seja, inverno.
Janeiro não foi recomendado, dias muito curtos e muito muito frio. Já fevereiro, apesar de frio, os dias com claridade já são mais longos (amanhece por volta de 9h da manhã e anoitece por volta de 17h30, mais ou menos), e o frio não é insuportável. Além de que as chances de ver a aurora são bem grandes.
Decidimos contratar a parte terrestre da viagem para Islandia com uma empresa brasileira especializada em países nórdicos e caçadas à Aurora Boreal - BOREALIS - para que nada desse errado e maximizar nossas chances. Super recomendo, deu tudo certo e correspondeu às nossas expectativas.
Eles nos recomendaram a chegar na lua nova para que durante nossa estadia (uma semana lá) fosse entre nova e crescente, com maiores chances de ver a Aurora. Lua cheia é bem mais difícil porque o céu já fica mais claro.
Foi perfeito. Fizemos nessa semana 4 caçadas, sendo que em 3 delas conseguimos ver. Só não vimos na última, no dia anterior à volta, e a lua já estava perto de quarto crescente. Nisso eles tinham razão. E foi bem emocionante! Eu adorei a experiência, achei maravilhoso ver. Uma oportunidade que eu tanto desejava se concretizou. Foi lindo. Vimos as luzes dançantes no céu escuro em tons de verde claro e mais fortes, sendo que olhando através da câmera do celular fica ainda mais lindo do que a olho nu. Várias fotos memoráveis e um friozinho gostoso (eu gosto hahaha) mas geladinho, ainda bem que estávamos bem encapotados e preparados (a Borealis nos passou a lista do que levar e vestir na viagem).
E, fora isso, gostamos demais dos passeios durante o dia, dos dias na Costa Sul (Diamond Beach é esplêndida, as cachoeiras, o maior glaciar, o passeio dentro de uma caverna de gelo), o Golden Circle, trilha para ver um vulcão recém ativo, enfim, muita novidade e paisagens diferentes - tudo branco e lava coberta de neve, poucos cavalos, ovelhas e gado, e quase nem uma árvore. Enfim, é um país beeem diferente do nosso. Frio ao extremo, tudo muito seguro, tudo funciona, pouquíssimos habitantes (menos de 400.000 no país) e muito peixe bom para comer.
E, para o fim, deixei o passeio memorável que fizemos de snorkeling na fenda de Silfra! Fica dentro de um parque nacional onde tem gêiseres.
Mergulhamos na água gelada onde se formou a fenda entre as placas tectônicas e literalmente, flutuamos entre os dois continentes. Dá para tocar a rocha de um lado América e de outro Eurásia! AMEI.. Vamos super equipados com roupa térmica e neoprene. Super organizado e recomendo. Imperdível!!!
E como não tem vôo direto para Rykjavik, fizemos escala na ida em Amsterdã e na volta, ficamos em Portugal uma semana.
Delícia de viagem!
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