Fomos para o Marrocos pela Iberia, via Madri, entrando e saindo de Marrakech.
Escolhemos fazer toda a viagem programada com uma agência local que contatei pela internet e que nos atendeu super bem. Achamos que esse é um destino tão diferente em vários aspectos que não vale a pena se estressar com carro, estrada, taxi, andar sozinho, etc. Tivemos um carro com motorista a nossa disposição, com todos os passeios, guias locais, hotéis, passeio e pernoite no deserto, tudo com essa agência, que adaptou um dos roteiros prévios do site para incluir nossas necessidades, como por exemplo, ir para Chefchaoen - a cidade azul.
E lá é o seguinte, todo mundo vem te abordar para vender ou pedir dinheiro. Nem se atreva a responder um merci ou thanks, porque esse é o sinal para eles não te largarem. Tem que ignorar e ir em frente. Nem pense em tirar fotos com encantador de serpente ou deixar que te façam tatuagem de henna - o guia nos disse que depois você é estorquido, cobram uma fortuna por isso.
De lá, fomos de carro para Skoura, a caminho do deserto, onde dormimos em um hotel super lindo e luxuoso, chamado Ksar El Kebbaba. Uma piscina super convidativa, mas estava um frio de matar...
Sempre nos hotéis e riads fomos recebidos com um chá de menta (eles adoram esse chá, é o whisky deles, já que não bebem por causa da religião) com biscoitinhos de amêndoas e de nozes, super gostoso e simpático. No caminho, conhecemos o estúdio de cinema em Ouarzazate, passando pela Tizi ´n´ Tichka pass (a 2260m) nas nevadas montanhas do High Atlas e várias vilas antigas do povo berber. Paramos para almoço e fizemos tour no Ait Bem Haddou, o maior Kasbah no Marrocos, patrimônio Unesco.
Dia seguinte, mais estrada até Merzouga, a última cidade antes do deserto. Chagamos lá no Hotel Xaluca (gigantesco), lotado de turistas. Lá relaxei na piscina coberta e o jantar estava incluído, tipo buffet.
Dia seguinte, depois do café da manhã, nosso carro nos esperava para irmos ao deserto, passando por uma vila Gnawi, de antigos escravos do Sudão, que fazem uma apresentação de música típica para os turistas.
Chegamos ao deserto do Sahara, de 4x4 mesmo, até o nosso acampamento. São 10 cabanas com todo o conforto (cama, banheiro completo, decoração e quentinho).
Fomos recebidos com o chá e biscoitinhos de boas vindas, depois uma breve caminhada pelas dunas pertinho. Descansar e ler nos lounges montados na área do acampamento. À noite, super jantar na tenda restaurante seguido de um show de percussão com músicas nômades. Noite super fria, céu limpo e só luz das estrelas e da lua mesmo, breu total. Dormimos super bem, quentinhos (faz frio à noite) e acordamos antes das 6h para tomar um café e ir para o passeio de camelos ver o nascer do sol. Maravilhoso, as cores são perfeitas. Voltamos a tempo de tomar o desjejum completo ao ar livre na praça central do acampamento. De lá, saímos de 4x4 do acampamento encontrar na vila nosso motorista.
Esse dia foi longo na estrada, porque nosso destino era Fes ou Fez, ambas estão corretas, via Ziz Valley, Middel Atlas passando por estações de esqui marroquinas, florestas de cedro (a madeira que eles usam nos tetos das construções, palácios e mesquitas) e por uma cidade gracinha chamada Ifrane - a suiça deles. Chegamos em Fes fim do dia, onde nos refugiamos no nosso lindo riad Myra, onde nos hospedamos por duas noites. O riad fica quase na entrada da medina, que é considerada a maior do Marrocos, com mais de 9000 ruazinhas labirínticas, impossível de andar sem um guia local - certeza de se perder.
Escolhemos fazer toda a viagem programada com uma agência local que contatei pela internet e que nos atendeu super bem. Achamos que esse é um destino tão diferente em vários aspectos que não vale a pena se estressar com carro, estrada, taxi, andar sozinho, etc. Tivemos um carro com motorista a nossa disposição, com todos os passeios, guias locais, hotéis, passeio e pernoite no deserto, tudo com essa agência, que adaptou um dos roteiros prévios do site para incluir nossas necessidades, como por exemplo, ir para Chefchaoen - a cidade azul.
Chegamos em Marrakech, onde ficamos duas noites na chegada e mais uma no fim da viagem, no Riad Les Sources Berber & Spa. Em Marrakech, tour com guia para conhecer o Palácio Bahia, as Tumbas Saadian, os souks, a medina com a famosa pra~ca Djemaa el-Fna, a Mesquita Koutoubia, o antigo bairro judeu, tudo a pé. Depois, de carro, para o Jardim Marjorelle com visita ao novíssimo museu YSL. Nos souks, muitos kaftans, muito argan oil (que compramos numa botica pertinho da praça e também numa farmácia enorme de manipulação). Comprei um par de babouches feitas a mão com ráfia super estilosa, na rua saindo do parking em frente 'a saída do riad, indo para a praça. Jantamos no La Terrace des Spices (deliciosa seleção de saladas marroquinas e grelhados) e nos restaurantes em volta da praça, sempre em cima para ter a vista.
E lá é o seguinte, todo mundo vem te abordar para vender ou pedir dinheiro. Nem se atreva a responder um merci ou thanks, porque esse é o sinal para eles não te largarem. Tem que ignorar e ir em frente. Nem pense em tirar fotos com encantador de serpente ou deixar que te façam tatuagem de henna - o guia nos disse que depois você é estorquido, cobram uma fortuna por isso.
Marrakech é linda mesmo, todas construções em cor de barro (terracota), muitas palmeiras, um charme. E eu adorei demais o Jardim Marjorelle.
Sempre nos hotéis e riads fomos recebidos com um chá de menta (eles adoram esse chá, é o whisky deles, já que não bebem por causa da religião) com biscoitinhos de amêndoas e de nozes, super gostoso e simpático. No caminho, conhecemos o estúdio de cinema em Ouarzazate, passando pela Tizi ´n´ Tichka pass (a 2260m) nas nevadas montanhas do High Atlas e várias vilas antigas do povo berber. Paramos para almoço e fizemos tour no Ait Bem Haddou, o maior Kasbah no Marrocos, patrimônio Unesco.
Dia seguinte, mais estrada até Merzouga, a última cidade antes do deserto. Chagamos lá no Hotel Xaluca (gigantesco), lotado de turistas. Lá relaxei na piscina coberta e o jantar estava incluído, tipo buffet.
Dia seguinte, depois do café da manhã, nosso carro nos esperava para irmos ao deserto, passando por uma vila Gnawi, de antigos escravos do Sudão, que fazem uma apresentação de música típica para os turistas.
Chegamos ao deserto do Sahara, de 4x4 mesmo, até o nosso acampamento. São 10 cabanas com todo o conforto (cama, banheiro completo, decoração e quentinho).
Fomos recebidos com o chá e biscoitinhos de boas vindas, depois uma breve caminhada pelas dunas pertinho. Descansar e ler nos lounges montados na área do acampamento. À noite, super jantar na tenda restaurante seguido de um show de percussão com músicas nômades. Noite super fria, céu limpo e só luz das estrelas e da lua mesmo, breu total. Dormimos super bem, quentinhos (faz frio à noite) e acordamos antes das 6h para tomar um café e ir para o passeio de camelos ver o nascer do sol. Maravilhoso, as cores são perfeitas. Voltamos a tempo de tomar o desjejum completo ao ar livre na praça central do acampamento. De lá, saímos de 4x4 do acampamento encontrar na vila nosso motorista.
Esse dia foi longo na estrada, porque nosso destino era Fes ou Fez, ambas estão corretas, via Ziz Valley, Middel Atlas passando por estações de esqui marroquinas, florestas de cedro (a madeira que eles usam nos tetos das construções, palácios e mesquitas) e por uma cidade gracinha chamada Ifrane - a suiça deles. Chegamos em Fes fim do dia, onde nos refugiamos no nosso lindo riad Myra, onde nos hospedamos por duas noites. O riad fica quase na entrada da medina, que é considerada a maior do Marrocos, com mais de 9000 ruazinhas labirínticas, impossível de andar sem um guia local - certeza de se perder.
No dia seguinte, nosso guia com o guia local nos pegaram na recepção para o tour em Fez. Lá conhecemos a universidade antiga, a mesquita mais antiga, palácio, uma medina gigantesca, com seus curtumes, mercados e muito artesanato. O palácio também é super bonito.
Em Fes são feitas as melhores cerâmicas, pintadas a mão. Comprei uma fruteira linda em cerâmica cinza, que trouxe dentro da mala.
No caminho, paramos para fazer um tour guiado em Volubilis, uma antiga cidade romana cujas ruínas estão em muito bom estado de preservação.
Chefchaouen é uma cidade montanhosa, bem frio lá, onde tudo é azul (indigo) até a rua da medina. Essa cidade lembra Mikonos, só que azul. É bem pequenininha, e o que se tem para fazer é só passear pela cidade e tirar muitas fotos nas ruas e casas azuis.
Jantar incluído em nosso Riad Meziana, onde aliás tomamos um excelente café da manhã depois da noite gelada.... No dia seguinte, tivemos ainda a manhã livre em Chefchaouen antes de ir para Tanger, bem pertinho, que é a cidade mais próxima da Espanha, onde chegam os barcos com turistas da Europa.
Passeamos um pouco porque a cidade é pequena e não tem muitas atrações. Como eu não aguentava mais a comida marroquina, pedimos indicação no hotel para um autêntico restaurante italiano. Ele nos indicou o Casa di Italia, caminhada de 10 minutos, que fica dentro do consulado italiano. Mais italiano, impossível...rsrsrs. Jantar delicioso!!!
Nosso hotel era super bem localizado (La Tangerina) e bonitinho, apesar de que nosso quarto era minúsculo. Compensou o farto café da manhã no dia seguinte e o terraço super charmoso na cobertura....
De lá, mais uma breve estradinha para Rabat, a capital administrativa, onde ficamos hospedados num riad super moderno e charmoso - Riad Kalaa 2. Fizemos um tour com guia por Oudaia Kasbah, a medina, Hassan Tower, o Mausoléu do Rei Mohammed V e Chella necrópolis, onde ruínas romanas e islâmicas estão lado a lado rodeadas por jardins. Depois passeamos pela medina que é bem residencial, calma e limpinha, oposto da medina de Fez. Fomos ver o mar e passear na orla até o por do sol. Depois, jantar chiquérrimo no riad Kalaa 1 - do mesmo grupo do nosso, uma quadra de distância, mas mesmo assim, o concierge fez questão de nos levar e nos buscar!
Depois do café da manhã delicioso no riad, nosso guia nos esperava para irmos a Casablanca, onde tínhamos um tour pela maior mesquita do Marrocos, a Hassan II. E é a terceira maior mesquita do mundo!
Nesse dia, seguimos para Marrakech, de volta ao nosso primeiro riad, Les Sources Berber, onde nosso quarto Volubilis nos aguardava. Estava mais frio, por isso nem nadei (no primeiro dia, entrei na piscina que estava fria). Fomos dar uma última voltinha pela medina, comprar meu sapato babouche feito a mão, mais argan oil, etc, etc. Ainda pela última vez, passear na praça central, jantar e admirar o burburinho de turistas e marroquinos, ouvir os últimos chamados dos imames (é o "padre" deles) para as rezas nas mesquitas... Por do sol lindo e gelado. Jantamos um tipo michui (brochete) de cordeiro e depois compramos um pacote de frutas secas a granel para sobremesa nas barracas da praça. Que tâmaras e que amêndoas, saboreadas com chá de menta na frente da lareira na sala do riad.
Manhã seguinte, acordar sem pressa, tomar café da manhã sem pressa, nosso avião era só às 15h.... nosso guia nos buscou às 11h e ainda nos levou para conhecer Gheliz, o bairro moderno e chique de Marrakech.
Adorei as dicas. A vontade de ir para o Marrocos aumentou muito. Parabéns!
ResponderExcluirObrigada! Vale a pena mesmo, quando for possível...
ResponderExcluir